Sou vossa pequenina hóstia

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É preciso redescobrir a santidade no cotidiano. Poucas são as almas chamadas aos feitos extraordinários. E estas, tanto mais extraordinárias, mais ocultas. A maior parte de nós está chamado, a exemplo do Bom Mestre, à uma vida escondida, sem brilho, com inúmeras pequenas coisas. Há um mito de que para ser santo é necessário fazer grandes obras. A grande obra da nossa vida é vencer a nós mesmos e conformarmos em TUDO com a vontade divina.
A santidade não é algo difícil, distante e impossível. Não exige o inalcançável. É uma sequência de pequenos “Fiat: faça-se”. É uma progressão de amor, fidelidade nos deveres e sofrimentos diários. Como nos ensina São Francisco de Sales: “Grandes ocasiões para servir a Deus raramente aparecem, mas as pequenas diariamente cercam-nos.”
Não procuremos o que está longe de nós. Deus está perto: no nosso marido, nos nossos filhos, trabalho, pessoas do nosso convívio, na nossa paróquia, na nossa realidade. Não desanimem! A santidade é para todos! Está escondida em cada pequena Cruz e alegria do dia a dia. Não está nos grandes sonhos e projetos reais, porque estes são para almas eleitas, mas está ao nosso alcance se entendemos que nada é pequeno para a alma que ama.
Sejamos os santos que Deus quer que sejamos e não as pessoas que nós sonhamos em ser. Alegremo-nos em ser violetinhas do Senhor, em vez de lindas rosas. O importante é que sejamos Santos, não desanimemos e sejamos fiéis ao nosso pouco de todo dia. Como o bom Jesus, a santa Virgem Maria, e como todos os Santos, independente do modo, somos todos chamados a dar a vida e a morrer de amor, todos os dias!
P.s: Belíssimo texto escrito por Rayhane Zago

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